MP 2.200-2/2001 · Lei 14.063/2020 · ICP-Brasil

O contrato assinado — e a prova de quando ele existiu.

Mande para assinar em um clique, por confirmação de e-mail ou com certificado ICP-Brasil. O Meu Sign confere o documento antes de ele sair, guarda a trilha inteira de quem abriu, quando e de onde — e emite o carimbo do tempo que sustenta a data quando alguém contestar.

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Três erros que só aparecem depois — quando o contrato já voltou assinado.

Nenhum deles é culpa de quem enviou. Os três são conferências que a plataforma podia ter feito, e quase nenhuma faz.

01

O CPF que ninguém conferiu

Num contrato real, o CPF do interveniente anuente saiu com doze dígitos. A plataforma aceitou o texto, o documento foi assinado por seis pessoas e voltou assim. Ninguém viu.

Aqui o envio é recusado, com o nome de quem está errado na frente.

02

A assinatura que apaga a anterior

Carimbo de confirmação por e-mail depois de uma assinatura com certificado reescreve o arquivo inteiro — e quebra a assinatura de quem já tinha assinado direito. O PDF passa a abrir com “documento alterado”.

Aqui a ordem impossível é barrada na montagem, enquanto ainda dá para corrigir.

03

A data que o outro lado contesta

A data que vai dentro de uma assinatura comum é a do relógio de quem assinou. É por aí que se ataca num litígio: dizer que o documento foi feito depois e a máquina, retrodatada.

Aqui o carimbo do tempo é emitido por autoridade credenciada, com hora legal brasileira.

Três passos, e o resto acontece sozinho.

Primeiro

Anexe o PDF e diga quem assina

Um arquivo ou vários — eles viram um documento só, na ordem que você definir. Para cada pessoa: o papel no contrato, o jeito de assinar e a vez dela.

Segundo

Cada um recebe na sua vez

Só quem está na vez recebe o convite. Quem assina não precisa de conta, nem de instalar nada: o link do e-mail já abre o documento. Quem esquece, é cobrado sozinho.

Terceiro

O documento pronto volta para todos

Concluído, o arquivo assinado sai por e-mail anexado — junto do certificado de conclusão com a trilha inteira. Inclusive para quem só recebe cópia.

Três jeitos de assinar. Quem escolhe é o documento, não a plataforma.

Do clique único ao certificado ICP-Brasil — quanto mais prova o documento pede, mais o instrumento exige de quem assina. No mesmo contrato cada pessoa pode ir por um caminho, e a ordem entre elas é conferida para que nenhuma assinatura invalide a outra.

🖊️

Um clique

Quando o que importa é o contrato ser assinado hoje.

A pessoa abre o link, confere o documento, marca que concorda e assina. Sem código, sem certificado, sem cadastro. Ficam registrados o aceite, a data, o IP e o aparelho.

Sem custo por assinatura. É a prova mais fraca das quatro — e a tela diz isso a quem assina.

✉️

Código por e-mail

Quando vale provar que a pessoa tinha a caixa de entrada.

Um código de seis dígitos vai para o e-mail dela e volta conferido aqui. É o que separa “alguém abriu um link” de “esta pessoa assinou” — link encaminhado não assina.

Sem custo por assinatura, em todos os planos.

🔐

Certificado ICP-Brasil

Quando o contrato exige o peso máximo — ou o cartório vai pedir.

Assinatura digital com e-CPF ou e-CNPJ. A chave privada nunca sai da máquina de quem assina; o documento pode ser conferido em validar.iti.gov.br.

Cobrada por assinatura, conforme o plano.

O que ninguém mais vende assim

A prova de data que o cartório chamava de data certa.

A assinatura digital prova quem assinou. O carimbo do tempo prova quando — com uma Autoridade de Carimbo do Tempo credenciada na ICP-Brasil, sincronizada com a Hora Legal Brasileira do Observatório Nacional.

Assim como a assinatura digital substituiu o reconhecimento de firma, o carimbo substitui a autenticação com data. É o que responde, anos depois, a quem disser que o documento foi feito depois do fato.

O seu documento não sai daqui.

O que vai para a autoridade é o resumo criptográfico (SHA-256) do arquivo — 64 caracteres dos quais ninguém reconstrói o contrato. É o que permite carimbar documento sigiloso de terceiro sem que ele trafegue para fora do nosso armazenamento.

O seu contratofica no Meu Sign,guardado e privadosó o SHA-256Autoridade deCarimbo do Tempocredenciada ICP-BrasilHora Legal BrasileiraCarimbo emitidodata e hora com fé pública,guardado junto do documento ecitado no certificado de conclusão

Fala a língua do seu contrato — porque os papéis são seus.

As outras plataformas chamam todo mundo de “signatário” e deixam você resolver o resto. Só que uma locação tem locador, locatário e fiador; uma procuração tem outorgante e outorgado; a venda de uma máquina tem interveniente anuente e avalista — e cada um assina na sua vez, por um motivo jurídico.

Aqui você cadastra os papéis do seu documento uma vez, com a ordem em que se assina e a etiqueta que aparece no bloco final do contrato. Dali em diante o app procura essa etiqueta no próprio PDF e acha sozinho onde cada assinatura cai. Quem representa a casa contra-assina por último — esse princípio vem pronto, e o resto é seu para mudar.

Se o seu documento exige duas testemunhas sempre, você liga essa regra — e o envelope que sair sem elas é recusado antes de sair.

Numa imobiliária
  1. 1Locatário
  2. 2Fiador
  3. 2Cônjuge
  4. 3Testemunhas
  5. 4Locador
Numa revenda de máquinas
  1. 1Comprador
  2. 2Interveniente anuente
  3. 3Avalista
  4. 4Testemunhas
  5. 5Pela empresa

O mesmo número assina em paralelo. Os dois começam da mesma tela — e do mesmo Meu Sign.

Certificado de conclusão
Envelope 128 · Fazenda Santa Rita
Documento
Arrendamento — Gleba 4 · SHA-256 a3f9…c012
João da Silva — Parte
assinou 24/08/2026 09:14 · IP 189.x.x.x · código confirmado no e-mail
Maria Souza — Testemunha
assinou 24/08/2026 11:02 · certificado ICP-Brasil
Carimbo do tempo
Serpro · 24/08/2026 11:03:22 (hora legal brasileira)
Entrega do e-mail
entregue · aberto em 24/08 08:51

A trilha não fica no sistema. Ela vira documento.

Numa contestação, “está registrado no nosso sistema” não é prova que se apresente. Por isso todo documento concluído sai acompanhado de um certificado em PDF com o caminho inteiro: quem foi convidado, quando o e-mail chegou, quem abriu, de que IP e com que aparelho, quem assinou, com qual instrumento, e o resumo criptográfico do arquivo final.

Ele é gerado uma vez e guardado — o certificado que a pessoa recebeu por e-mail e o que ela baixar daqui a três anos são o mesmo arquivo, byte a byte. Um documento de prova que muda a cada visita não prova coisa alguma.

O que exatamente fica registrado →

Os seus sistemas mandam sozinhos.

Quem já tem um sistema que gera o contrato não devia ter de baixar o PDF, abrir outra tela e digitar de novo o nome de quem assina. Uma chamada manda o documento; um aviso volta quando ele é assinado.

  • · Pergunte pelo seu número de contrato — não pelo nosso.
  • · Reenvio repetido não cria contrato duplicado.
  • · Aviso assinado com HMAC, com nova tentativa quando o seu servidor cai.
curl -X POST https://meusign.com/api/v1/envelopes \
  -H "Authorization: Bearer ms_live_..." \
  -d '{
    "titulo": "Arrendamento — Gleba 4",
    "referencia_externa": "CTR-2026-126",
    "carimbo_tempo": true,
    "signatarios": [
      { "papel": "parte", "nome": "João da Silva",
        "documento": "123.456.789-09", "tipo": "email" }
    ]
  }'

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Perguntas que sempre vêm

Isso tem validade jurídica de verdade?+

Tem, e por dois caminhos. A assinatura com certificado ICP-Brasil vale pela MP 2.200-2/2001, que a equipara à assinatura de próprio punho. A confirmação por e-mail é assinatura eletrônica da Lei 14.063/2020, e o que a sustenta é a trilha: código enviado à caixa da pessoa, IP, aparelho, hora e o aceite explícito — tudo guardado junto ao documento e apresentado no certificado de conclusão.

Quem vai assinar precisa criar conta?+

Não. O link que chega no e-mail já abre o documento. Não há cadastro, não há senha, não há aplicativo para instalar. Para o produtor rural que vai assinar do celular, no meio da lavoura, isso costuma ser a diferença entre assinar hoje e assinar semana que vem.

E se a pessoa disser que não recebeu o e-mail?+

A gente sabe responder. O sistema registra não só que o e-mail saiu, mas o que aconteceu com ele: entregue, atrasado, devolvido, marcado como spam, e se foi aberto. Isso aparece na tela e no certificado. Antes de existir esse registro, uma discussão dessas não tinha como terminar.

O que acontece quando acabam os cinco documentos grátis do mês?+

Os próximos debitam do saldo — e se não houver saldo, o envio para com a mensagem certa: quanto custa, quanto há, onde recarregar. O que já foi enviado continua valendo, continua sendo assinado e continua podendo ser baixado — nada é bloqueado para trás.

Como se paga?+

Pix. Você escolhe uma recarga, faz o Pix, e o valor entra como saldo — que não vence. Não há mensalidade, cartão cadastrado nem fidelidade: você paga pelo que usa, quando usa.

Preciso de certificado digital?+

Só se o seu documento exigir. A maioria dos contratos se resolve com confirmação por e-mail, que não custa nada por assinatura aqui. O certificado ICP-Brasil fica disponível para quando o cartório, o banco ou o jurídico pedirem — e no mesmo contrato uma pessoa pode assinar de um jeito e outra de outro.

Vocês guardam o meu contrato?+

Sim, num armazenamento privado, e cada empresa só enxerga o que é dela. O tempo de guarda depende do plano. O documento assinado também vai anexado por e-mail para todo mundo que participou, no momento em que conclui — para que a sua via não dependa de nós.

Mande o próximo contrato daqui.

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