Mande para assinar em um clique, por confirmação de e-mail ou com certificado ICP-Brasil. O Meu Sign confere o documento antes de ele sair, guarda a trilha inteira de quem abriu, quando e de onde — e emite o carimbo do tempo que sustenta a data quando alguém contestar.
Nenhum deles é culpa de quem enviou. Os três são conferências que a plataforma podia ter feito, e quase nenhuma faz.
Num contrato real, o CPF do interveniente anuente saiu com doze dígitos. A plataforma aceitou o texto, o documento foi assinado por seis pessoas e voltou assim. Ninguém viu.
Aqui o envio é recusado, com o nome de quem está errado na frente.
Carimbo de confirmação por e-mail depois de uma assinatura com certificado reescreve o arquivo inteiro — e quebra a assinatura de quem já tinha assinado direito. O PDF passa a abrir com “documento alterado”.
Aqui a ordem impossível é barrada na montagem, enquanto ainda dá para corrigir.
A data que vai dentro de uma assinatura comum é a do relógio de quem assinou. É por aí que se ataca num litígio: dizer que o documento foi feito depois e a máquina, retrodatada.
Aqui o carimbo do tempo é emitido por autoridade credenciada, com hora legal brasileira.
Um arquivo ou vários — eles viram um documento só, na ordem que você definir. Para cada pessoa: o papel no contrato, o jeito de assinar e a vez dela.
Só quem está na vez recebe o convite. Quem assina não precisa de conta, nem de instalar nada: o link do e-mail já abre o documento. Quem esquece, é cobrado sozinho.
Concluído, o arquivo assinado sai por e-mail anexado — junto do certificado de conclusão com a trilha inteira. Inclusive para quem só recebe cópia.
Do clique único ao certificado ICP-Brasil — quanto mais prova o documento pede, mais o instrumento exige de quem assina. No mesmo contrato cada pessoa pode ir por um caminho, e a ordem entre elas é conferida para que nenhuma assinatura invalide a outra.
Quando o que importa é o contrato ser assinado hoje.
A pessoa abre o link, confere o documento, marca que concorda e assina. Sem código, sem certificado, sem cadastro. Ficam registrados o aceite, a data, o IP e o aparelho.
Sem custo por assinatura. É a prova mais fraca das quatro — e a tela diz isso a quem assina.
Quando vale provar que a pessoa tinha a caixa de entrada.
Um código de seis dígitos vai para o e-mail dela e volta conferido aqui. É o que separa “alguém abriu um link” de “esta pessoa assinou” — link encaminhado não assina.
Sem custo por assinatura, em todos os planos.
Quando o contrato exige o peso máximo — ou o cartório vai pedir.
Assinatura digital com e-CPF ou e-CNPJ. A chave privada nunca sai da máquina de quem assina; o documento pode ser conferido em validar.iti.gov.br.
Cobrada por assinatura, conforme o plano.
A assinatura digital prova quem assinou. O carimbo do tempo prova quando — com uma Autoridade de Carimbo do Tempo credenciada na ICP-Brasil, sincronizada com a Hora Legal Brasileira do Observatório Nacional.
Assim como a assinatura digital substituiu o reconhecimento de firma, o carimbo substitui a autenticação com data. É o que responde, anos depois, a quem disser que o documento foi feito depois do fato.
O que vai para a autoridade é o resumo criptográfico (SHA-256) do arquivo — 64 caracteres dos quais ninguém reconstrói o contrato. É o que permite carimbar documento sigiloso de terceiro sem que ele trafegue para fora do nosso armazenamento.
As outras plataformas chamam todo mundo de “signatário” e deixam você resolver o resto. Só que uma locação tem locador, locatário e fiador; uma procuração tem outorgante e outorgado; a venda de uma máquina tem interveniente anuente e avalista — e cada um assina na sua vez, por um motivo jurídico.
Aqui você cadastra os papéis do seu documento uma vez, com a ordem em que se assina e a etiqueta que aparece no bloco final do contrato. Dali em diante o app procura essa etiqueta no próprio PDF e acha sozinho onde cada assinatura cai. Quem representa a casa contra-assina por último — esse princípio vem pronto, e o resto é seu para mudar.
Se o seu documento exige duas testemunhas sempre, você liga essa regra — e o envelope que sair sem elas é recusado antes de sair.
O mesmo número assina em paralelo. Os dois começam da mesma tela — e do mesmo Meu Sign.
Numa contestação, “está registrado no nosso sistema” não é prova que se apresente. Por isso todo documento concluído sai acompanhado de um certificado em PDF com o caminho inteiro: quem foi convidado, quando o e-mail chegou, quem abriu, de que IP e com que aparelho, quem assinou, com qual instrumento, e o resumo criptográfico do arquivo final.
Ele é gerado uma vez e guardado — o certificado que a pessoa recebeu por e-mail e o que ela baixar daqui a três anos são o mesmo arquivo, byte a byte. Um documento de prova que muda a cada visita não prova coisa alguma.
O que exatamente fica registrado →Quem já tem um sistema que gera o contrato não devia ter de baixar o PDF, abrir outra tela e digitar de novo o nome de quem assina. Uma chamada manda o documento; um aviso volta quando ele é assinado.
curl -X POST https://meusign.com/api/v1/envelopes \
-H "Authorization: Bearer ms_live_..." \
-d '{
"titulo": "Arrendamento — Gleba 4",
"referencia_externa": "CTR-2026-126",
"carimbo_tempo": true,
"signatarios": [
{ "papel": "parte", "nome": "João da Silva",
"documento": "123.456.789-09", "tipo": "email" }
]
}'Cinco documentos por mês de graça, sempre. Depois, cada documento debita do saldo — e só o que tem custo de verdade custa: certificado e carimbo do tempo. Clique único e código por e-mail não custam nada por assinatura. O saldo não vence.
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Tem, e por dois caminhos. A assinatura com certificado ICP-Brasil vale pela MP 2.200-2/2001, que a equipara à assinatura de próprio punho. A confirmação por e-mail é assinatura eletrônica da Lei 14.063/2020, e o que a sustenta é a trilha: código enviado à caixa da pessoa, IP, aparelho, hora e o aceite explícito — tudo guardado junto ao documento e apresentado no certificado de conclusão.
Não. O link que chega no e-mail já abre o documento. Não há cadastro, não há senha, não há aplicativo para instalar. Para o produtor rural que vai assinar do celular, no meio da lavoura, isso costuma ser a diferença entre assinar hoje e assinar semana que vem.
A gente sabe responder. O sistema registra não só que o e-mail saiu, mas o que aconteceu com ele: entregue, atrasado, devolvido, marcado como spam, e se foi aberto. Isso aparece na tela e no certificado. Antes de existir esse registro, uma discussão dessas não tinha como terminar.
Os próximos debitam do saldo — e se não houver saldo, o envio para com a mensagem certa: quanto custa, quanto há, onde recarregar. O que já foi enviado continua valendo, continua sendo assinado e continua podendo ser baixado — nada é bloqueado para trás.
Pix. Você escolhe uma recarga, faz o Pix, e o valor entra como saldo — que não vence. Não há mensalidade, cartão cadastrado nem fidelidade: você paga pelo que usa, quando usa.
Só se o seu documento exigir. A maioria dos contratos se resolve com confirmação por e-mail, que não custa nada por assinatura aqui. O certificado ICP-Brasil fica disponível para quando o cartório, o banco ou o jurídico pedirem — e no mesmo contrato uma pessoa pode assinar de um jeito e outra de outro.
Sim, num armazenamento privado, e cada empresa só enxerga o que é dela. O tempo de guarda depende do plano. O documento assinado também vai anexado por e-mail para todo mundo que participou, no momento em que conclui — para que a sua via não dependa de nós.
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